Autor: Vanguedes

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Uma nova casa, um novo blog

Como falei outro dia, eu havia me mudado para uma casa nova. Agora, depois de já estar instalado na mesma e com internet devidamente proporcionada para mim, resolvi arrumar minha outra casa: meu blog.

Há algum tempo que eu venho querendo mudar ele, melhorar um pouco. E acho que agora eu consegui. Comprei um domínio próprio e instalei tudo que eu sempre quis instalar e nunca pude. Nesse novo endereço, quero criar mais conteúdo, trabalhar com coisas novas e experimentar bastante coisa. Conto com o apoio e opinião de vocês para sabermos se tudo está indo bem. Toda sugestão e crítica  é bem vinda.

Agora, atualizem os favoritos de vocês, os ícones, o que mais você quiser atualizar. Só saiba que minha casa nova é em:

www.vamosdevan.blog.br

5 lições de vida que aprendi com o videogame

Enquanto os pais e avós tentam incriminar o videogame e fazer com que pareçam monstros na educação da criançada, eu resolvi mostrar o que os videogames fizeram de melhor na minha vida, com lições reais de vida que uso e ensino para todos que posso.

Lição #1 – O tempo é curto. Se o frango piscar é porque vai sumir.

Ou, não deixe para amanhã o que você pode fazer hoje.

A gente tem o costume de adiar as coisas e ficar esperando resolver todos os problemas para resolver aquele único que talvez vá mudar nossas vidas. Encare-o. Largue todos os capangas armados te rodeando e vá em busca do “sangue”. Se ele começar a piscar, é porque vai sumir. E depois que sumir, enfrentar os problemas da vida fraco não vai ser uma tarefa fácil.

Por isso, se a solução do seu problema já estiver piscando, corre logo e pegue-a. Não deixe-a sumir para ir chorar depois.

Lição #2 – Corra em direção ao seu objetivo, mas pule os espinhos que vêm pela frente.

Lembro muito bem de ter ficado esperando minha mãe e meu pai trazerem o nosso Mega Drive. Quando chegou, colocamos Sonic e não tiramos o jogo durante uns 6 meses. Já devem imaginar o quanto de coisas aprendi aquele animalzinho azul pixelado correndo por entre os campos e salvando seus companheiros das garras do malvado Robotnik.

A mais importante delas, sem dúvida nenhuma, é correr em direção ao seu objetivo, com a velocidade máxima que você puder, mas sempre tomando cuidado com os obstáculos.

Muitas vezes nossa visão fica turva, por causa da velocidade, e nosso objetivo se torna o único alvo que queremos alcançar. Não adianta corrermos a 1.000 KM/h em direção ao fracasso, certo? O mais apropriado é correr rápido, mas observar sempre os obstáculos em seu caminho. Pulando, rolando, se esquivando daqueles que podem te causar algum dano e te tirar todas as suas argolas.

Corra para as montanhas, Sonic

Corra para as montanhas, Sonic

Lição #3 – Jogar em equipe é sempre muito mais fácil

Muitos videogames ensinaram essa lição. Sunsetriders e BattleToads foram os que mais nos fizeram refletir nessa lição. Acho que Metal Slug também teve grande participação nisso. Quer dizer, o jogo não importa tanto, o que mais importa é a lição deixada. Passar de fase sozinho era muito difícil. Dependendo do jogo, era impossível.

A única forma de passar por tais obstáculos era pedindo que algum amigo lhe ajudasse e lhe desse a mão, defendendo você enquanto você batalhava duramente com os inimigos que haviam sequestrado sua filha, esposa, princesa ou simplesmente para chegar ao endereço onde você precisava entregar uma pizza (e se você não conhece Yo Noid, pare tudo e vá conhecer).

Na nova geração, Army of Two foi um dos poucos jogos que me fez viver aquela sensação novamente. Munidos de armamento pesado, máscaras estilosas e inimigos brutamontes fazem de Army of Two o jogo perfeito para se jogar com um amigo do lado, gritando e vibrando junto com suas conquistas.

E para quem pensa em citar algum MMO, eu não sou o cara mais contrário a tecnologia e todos que lêem meu blog sabem bem disso, mas jogar com amigos online não é a mesma experiência de jogar com os amigos estando ambos presentes no mesmo espaço. Poder dar um “High Five” (CNA pagou este #ad) a cada fase passada não tem preço. Diferente de mandar um emotion no Whatsapp comemorando que você conseguiu colher lenha para fazer uma fogueira…fuééééééééén.

Lição #4 – Às vezes o primeiro castelo não é onde você encontrará a princesa.

Essa eu aprendi e continuo aprendendo.

Depois de lutar contra todas as criaturas, passar por todos os obstáculos, todas aquelas tartarugas para se pular em cima e milhares de outros desafios quase desnecessários, você finalmente encontra a Princesa. Só que não. Ela está em outro castelo. Isso soa familiar?

A vida sempre nos prega esse tipo de peça. Sempre nos faz acreditar que o que estamos almejando está logo ali, depois de passar por aquela dificuldade e pular por aquela tartaruga. Mas a vida também sabe ser ardilosa e sabe muito bem dar o troco de tudo que fazemos (afinal, pular em tartarugas não é lá uma ação muito bonita).

O castelo é o ápice de todos nossos problemas. De todo deserto que um casal passa. Se você não passou, dê-se por contente, porque viver um grande amor sem passar por uma grande dificuldade antes é quase impossível. Às vezes você passa por estes problemas antes do tal grande amor, e depois de vagar por dezenas de castelos, brincar com dúzias de possíveis princesas (não no sentido machista e babaca, mas no sentido figurado), você acaba encontrando a que, enfim, irá ficar com você para sempre. Porque a jornada pode ser dura, mas abraçar a princesa que você tanto ama é ainda mais recompensador.

Ffffffuuuuuuu

Ffffffuuuuuuu

Lição #5 – Não importa quão difícil. Macete (cheat) só dá falsa impressão de sucesso.

Uma vez meu pai me viu fazendo um macete para passar de fase ou conseguir algum item raro em algum jogo. Se fosse outro, deixaria passar despercebido e nunca se preocuparia com o que eu estava fazendo, mas meu pai não é qualquer outro, meu pai é meu pai e viu ali uma oportunidade ótima para ensinar seu filho o que é certo e o que é errado e como encarar os problemas da vida. Sem cheat.

Meu pai me olhou de forma negativa e disse que “assim não tinha graça”, que eu tinha que me esforçar e passar de fase com meu próprio esforço. Cara, pode ter sido uma besteira sem tamanho, mas até hoje eu não consigo fazer macete em jogos, nem para zoar. Eu simplesmente não consigo. Acho errado, não gosto. Prefiro me esfolar todo até conseguir passar do que usar artimanhas “erradas” para passar. Tudo isso graças ao meu pai.

O cheat pode te dar um benefício momentâneo, mas conseguir sobrepujar obstáculos com esforço próprio tem uma sensação inigualável.

E você? Já conseguiu tirar alguma lição de vida com jogos de videogame? Conte para nós nos comentários.

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Você precisa ler isso #5

E mais uma semana recebemos o compilado dos links do que andei lendo pela semana. Por questão de ordem, resolvi mudar o dia da linkagem para domingo, assim consigo me organizar melhor e gerar ainda mais links para publicação.

Vamos curtir, rapazeada.

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  • A Bruna Vieira, do Depois dos Quinze, ensinou como fazer um milk shake hipster incrível, junto com a galera do Rolê Gourmet.
  • Este é antigo, mas como eu estava querendo fazer aqui em casa, voltei a ler e adorei (de novo) a dica da Mulher Vitrola sobre como fazer Temaki em casa. Quem quiser, só me chamar que a gente faz um rodízio de Temaki incrível.
  • Esse texto emocionante da Ana Clara, do Indiretas do Bem,  sobre lições de vida tiradas de um documentário de um Sushi man. Confuso? Lê lá que você vai entender e se emocionar.
  • Mayhem, uma menina de 4 anos, resolveu fazer vestidos famosos em sua versão de papel e teve total apoio de sua mãe. O resultado você encontra aqui. O instagram dela você confere aqui. Prepare o coração para muita fofura.
Seu coração está pronto para tanta fofura?

Seu coração está pronto para tanta fofura?

Tá chateado porque eu sempre leio os mesmos blogs? Me manda indicações que terei o prazer de adicionar no favoritos e acompanhar sempre.

A direção certa, para o caminho errado.

Não é bom mover-se constantemente a 1.000 km/h em direção ao fracasso. – Bel Pesce no livro A Menina do Vale

Faça um balanço da sua vida. Sim, agora. Pare tudo que está fazendo e fique um minutinho pensando nos rumos que sua vida está tomando. Nas suas decisões, nas coisas que fez ontem e nas que pretende fazer hoje. É isso que quer estar fazendo daqui a 10 anos?

Ontem você errou? Conserte os problemas hoje. Ontem você magoou alguém? Peça desculpas. Seja humilde, vá até a pessoa e explique o motivo de ter errado. Se não tiver tido um motivo, seja ainda mais humilde e admita isso. Mas não deixe uma amizade, uma vida, uma história acabar por causa de erros cometidos, de vacilos dados e de histórias inacabadas.

Por que da pergunta? Só estava aqui pensando. Li o texto da Menina Lyra e fiquei pensando nas coisas que eu queria fazer e que fiz. Daí me veio esse texto e eu fui aumentando, desenvolvendo e quando vi, já era maior do que a semente plantada pelo texto dela, que se bobear, nem tinha muita coisa a ver com esse pensamento.

Às vezes estamos indo rápidos demais, com pressa demais, mas nos esquecemos de observar a direção. Nos afastamos de pessoas que no futuro serão indispensáveis para nós. Pare tudo e recomece. É a melhor forma de você conseguir observar onde está errando.

Não tenha medo de se arrepender. Seja mais Mara Maravilha e menos Valesca Popozuda.

Uma vez, quando questionada se ela (Mara) se arrependia das coisas que fez no passado ela foi categórica em dizer que SIM, que quem não se arrepende não aprende nada com a vida. E daquelas pessoas que são auto suficientes, que são cheias de si, que sabem o que querem e que nunca se arrependem, que estão sempre certas nós estamos cheios, né? Depois dessa entrevista eu comecei a simpatizar muito mais com a Mara, mesmo ela sendo a pessoa que apresentava um programa horroroso em uma rede de TV extinta. Mas naquela época, que programa de TV não era horroroso, né?

Lion Man. O único programa que prestava naquela época.

Meu próximo post será "Lições de vida que aprendi com Lion Man"

Meu próximo post será “Lições de vida que aprendi com Lion Man

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Não falem mal de mim

Esse texto, além de uma grande reflexão, é também um pedido sincero. Façam o que quiserem, mas não falem mal de mim por trás.

Um dos maiores problemas quando temos muitas amizades, são as muitas pontas soltas que deixamos por aí. São as lacunas em branco que deixamos pendentes durante o dia. Nem sempre você consegue agradar a todo mundo e nem sempre você consegue atender a todos os pedidos que lhe fazem e, no fim das contas, no balanço mensal que fazemos, acabamos deixando a desejar um pouco no quesito “amizade”.

O cara que só se preocupa consigo e que esquece que as outras pessoas também tem problemas, ou estão passando por problemas, pode não ser o melhor exemplar de amigo que você tem, mas algumas vezes ficamos tão cegos pelos outros não realizarem aquele nosso pedido que a única alternativa que temos é ficar com raiva e desabafar com alguém próximo, que talvez também conheça a pessoa.

Mentira, né?

Nada que uma intervenção não resolva. Se alguém tem feito algo que te incomoda, chame a pessoa pra conversar e fale diretamente com ela. Não espere um momento de raiva para falar do comportamento. Embora nos momentos de raiva surjam as maiores verdades, também surgem as maiores feridas. E para curar esse tipo de ferida leva muito mais tempo do que para causá-la.

Se você precisa de uma carona para ir para o aeroporto e aquele seu amigo que NUNCA negou ajuda, aquele cara que sempre esteve à disposição, se por algum motivo ele não pôde te levar, não é motivo pra ficar com raiva dele, certo? O cara deve ter tido outros afazeres, ou simplesmente estava cansado demais. Às vezes até o cansaço te impede de fazer alguma coisa e isso não deve ser motivo para incômodo. Quem não gosta de descansar um pouco em seu tempo de folga?

Uma das coisas que mais me magoam em relacionamentos com amigos é isso. Quando um grupo de amigos se reúne para falar algo (ou fazer algo) por trás de você. Quando te tiram de jogada voluntariamente e te deixam de escanteio por qualquer motivo. Quando não são sinceros em dizer “Pô, estamos marcando de ir à praia, mas só vai casal e como você não tem namorada achamos que não seria legal”. Às vezes ouvir a verdade é melhor do que você construir sua própria mentira.

Quando este tipo de situação acontece vindo de amigos é ainda pior. É difícil acreditar que você não foi motivo de piadas, por exemplo. Isso já aconteceu N vezes com amigos, realmente. Pessoas em que confio plenamente e não há situação pior do que saber que você foi motivo de chacota, na maioria das vezes, sem nem saberem os motivos reais dos acontecimentos.

Por falta de informação, acabamos julgando e criando situações que não precisaríamos criar. Acabamos completando lacunas com as poucas informações que temos e, na maioria das vezes, os fatos falam mais forte do que a própria razão, e você acaba preenchendo a história com as informações que você tem em mãos, e nem sempre elas são as mais acuradas ou as mais bonitas.

Quando um amigo de verdade faz isso, é ainda pior. Porque é uma pessoa que você sempre teve próximo de você, que sabe suas fraquezas e seus defeitos, que sabe tudo que acontece da sua vida. Quando uma pessoa assim se vira contra você, é muito fácil fazer com que você erre, fazer com que você aja de maneira errada, porque você não sabe como agir, você perde o seu porto seguro. Quando isso acontece com qualquer pessoa da rua, talvez você não se importe tanto, afinal, não faz diferença nenhuma que a senhora da padaria fale bem de você ou não, embora na maioria das vezes seja muito gratificante que falem bem.

Ao perpetuarem e fazerem parte disso, vocês são cúmplices de uma covardia. Se a tal opinião a ser emitida é tão importante, por que não chamar a pessoa e acusá-la ou falar o que tiver que falar diretamente para ela? Não é mais fácil do que mandar indiretas, jogar piadas no ar ou simplesmente ignorar a existência e deixar que ela descubra da pior maneira possível?

Então, daqui pra frente, quando começar a criar boatos, a definir valores para os outros, parem e pensem um pouco se não é isso que fazem com você todos os dias e que te irritam tanto. Se você já for adulto, cresça e entenda que as outras pessoas passam por problemas, possuem prioridades diferente durante o dia e que nem sempre estarão à sua disposição.

Tenho certeza que sua vida vai mudar muito depois de começar a pensar assim.

bzzzz bzzz bzzz...

bzzzz bzzz bzzz…

A Festa invisível

Há um tempo eu fui em um evento incrível, repleto de docinhos, balões, chapéus e brincadeiras. Só que não.

Dias atrás minha mãe me informou que meu “Tio Zé” havia convidado ela e uma menina que trabalha com ela para ir até a festa de sua filha, vulgo “Mayarinha”. E minha mãe resolveu estender o convite para mim. Ele é meu tio e ela minha prima, logo, não vi problema em aceitar o convite mesmo não tendo vindo direto do organizador da tal festa.

Zé e sua família são muito humildes e não compreende bem o padrão de boa educação. A julgar por eu ter ido na festa sem ter sido convidado, acredito que eu também não conheça muito bem.

O fato ocorreu em um dia da semana qualquer, quando Zé foi até minha mãe na loja onde ela trabalha e a convidou para a tal festa. Zé costuma viver sempre em estado alcóolico considerável, mas nada que não crie problemas para nós, ou para ele. Conhecemos tantas pessoas que também vivem assim 24 horas por dia, não é mesmo? Zé não seria o primeiro.

Combinamos um certo horário e fomos até o ponto marcado. Luana chegou de vestido (meu Tio havia solicitado que ela fosse de “vestido de baile”. Por sorte ela achou melhor ir somente de vestido), minha mãe usou um vestido monocromático lindo que combinava divinamente com seu cabelo avermelhado. Eu, como de costume, estava com alguma roupa que achava ser apropriada para mim mas qualquer pessoa que quisesse me julgar poderia usar aquilo contra mim.

Enfim, fomos para a tal festa. Como estou de carro agora, eu levei todo mundo para lá. Entre piadas e risos dentro do carro, chegamos até a casa da minha Tia Maria, onde aconteceria a tal festa. Chegamos e fomos recepcionados por ela e por uma criança doente, filha de uma prima minha. Nenhuma decoração, nenhuma arrumação, nenhum cheiro de bolo nem nada. O mais próximo que tinha da festa era UMA criança, que estava doente, ainda por cima. Para completar, enquanto aguardávamos alguém perguntar sobre a festa ficamos vendo Gugu e o desfile de crianças desmioladas.

Isso aconteceu há algum tempo, mas na época estava muito em alta aqueles desfiles de crianças sem cérebro, ou melhor, de pais de crianças sem cérebro que obrigam as crianças a desfilarem como pequenas adultas. Daqueles que fariam a Pequena Miss Sunshine corar de alegria em participar.

Como nada estava acontecendo a ninguém parecia que ia tirar um bolo de dentro de uma cartola, minha mãe resolveu perguntar:

Maria, e a festa?

Minha tia olhou pra ela, olhou pra gente e perguntou “Que festa?”.

Explicamos que o Zé havia nos convidado para a tal festa de arromba de sua filha. Que havia dito para irmos com roupa de gala porque seria uma grande festa. Minha tia então, explicou-nos que, CASO fosse haver alguma festa para a tal criança, seria pelo menos próximo do aniversário da mesma, um mês depois da data marcada por nosso querido e amado tio Zé.

Aí minha tia ainda deu uma chorada porque ela achou que estávamos indo visitá-la e ficou toda boba que, em um mês, já era a segunda visita que fazíamos a ela. Não é bacana? Além de irmos a uma festa que não existia, ainda demos a falsa esperança de que estávamos todo amigões da família quando na verdade nosso interesse era o bolo. Que nem existia de verdade.

E eu que fui preparado para pegar os brinquedos do bolão, voltei com a mão abanando.

Uma semana de casa nova

E olha só, já se passou uma semana desde que me mudei para uma nova localização no Google Maps. A mudança foi conturbada. Fiquei meio enrolado com as coisas e, pra variar, nem tudo deu certo como eu queria que desse. Quando cheguei o apartamento não estava lá uma maravilha, então tive que adiar minha permanência no local. Me mudei na sexta feira passada, dia 7, e só fui poder ficar no apartamento mesmo no dia 8.

Cheguei cedo, fiz uma mega limpeza e tirei todo o lixo que havia sido deixado lá por conta de pequenas manutenções que estavam sendo feitas antes de entrar. O Local é incrível. Agradabilíssimo. Não teria do que reclamar.

Sábado é um dia corrido por lá e o barulho é um pouco maior. Domingo a mesma coisa, mas nem de perto se assemelha ao forró que existe embaixo da casa que eu morava antes, que é onde minha mãe ainda mora. Na verdade, nos finais de semana ela e meu pai virão para este apartamento, o que dará tranquilidade para eles e alguns outros anos de vida a mais. Isso é muito bom, no fim das contas. Tanto para eles quanto para mim.

No total foram 7 dias dentro desse novo apartamento. A parte mais chata ainda é ficar sozinho dentro de casa. Sem ânimo para fazer nada, sem ânimo para sair e sem ânimo para tomar atitude nenhuma. Felizmente o tenho conseguido sair do tédio, porque estou sempre procurando mudar algumas coisas e sair da rotina. Isso tem ajudado bastante.

O que posso dizer é que, nessa uma semana, muita coisa já aconteceu e muita coisa ainda está para acontecer.

Estou com vários projetos para dentro de casa, para dar uma melhorada no ambiente e deixar tudo mais bonitinho, mais a minha cara. O único problema maior é que ainda não tenho internet e ainda não vi possibilidade de tê-la por lá. Embora o novo ambiente seja lindo, é um lugar bem mais isolado, isso dificulta um pouco as coisas.