Novo desafio do jogo em realidade aumentada

Então, sabe aquelas brincadeiras tipo “Marco, Polo”, tipo licença mãozão (que consistia em alguma criança vândala vir DO NADA e dizer ~mãozão~ e levar da sua mão o que você estivesse comendo. Poderia ser um pedaço de pão, um doce, ou um prato de feijão, angu e linguiça. O que importava era você ter poder para dar mãozão nas coisas e sair correndo comemorando sua glória com a comida alheia).

Há um tempo desenvolvi uma brincadeira minha, que faço sem que ninguém perceba e normalmente ninguém percebe. Até porque, no fim das contas, as pessoas têm mais o que fazer da vida delas. Eu não!

Em uma conversa normal, no meio de um diálogo qualquer, insira um trecho de uma música. Pode ser em português ou traduzida do inglês (japonês/Coreano/hindi/etc). É engraçado ver a cara das pessoas olhando pra você e tentando entender isso. Porque eu sou um verme, um estranho. Que diabos estou fazendo aqui? Não devia estar aqui.

É…tem gente que faz coisa mais útil. Mas eu faço isso daí.

No sábado eu ensinei isso para minha irmã e para algumas outras pessoas e tivemos umas doses de boas risadas quando tinha gente querendo citar pagodes antigos no meio das conversas. No fim das contas ficamos rindo horas e mais horas e valeu a pena compartilhar minha brincadeira com eles.

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