Uma corrente do bem

Uma vez eu vi um filme que me marcou muito. O nome do filme era “Corrente do Bem”.

O personagem principal era um garoto de 10 anos que tinha mais problemas na vida do que nós, adultos. O garoto era aquele garoto que fez o Sexto Sentido, Haley Joel Osment.

Assim como todos nós, um professor surgiu na vida do garoto, para mudá-la para sempre. O professor (Kevin Spacey) propõe que a turma faça um trabalho que tenha como objetivo “mudar o mundo”.

Para uma criança, mudar o mundo não deve se resumir a muita coisa. Na maioria das vezes as preocupações das crianças são singelas, sem muitas complexidades. Nenhuma criança se preocupa, ou não deveria se preocupar, em mudar o mundo realmente. Esse trabalho deveria ser nosso.

Mas no caso do garoto do Sexto Sentido, mudar o mundo era importante, porque ele vivia em um mundo quebrado, um mundo onde as coisas precisavam ser consertadas mais do que imediatamente.

A ideia era simples: Fazer o bem para 3 pessoas sem cobrar NADA em troca. A única exigência era que essas pessoas também fizessem a mesma coisa, por mais 3 pessoas.

A lógica é simples, tal qual como vender Herbalife #sqn. Você ajuda 1 e ela ajuda 3 que ajudam mais 3 e assim vai.

Esse é o diagrama apresentado por ele

Esse é o diagrama apresentado por ele

Uma lógica simples para mudar o mundo.

Da mesma forma, a blogueira/esposa do marco gomes/viajante Talita Ribeiro teve uma ideia parecida esses dias, durante uma madrugada produtiva.  A ideia de mudar o mundo da internet sem querer mudar regras ou atacar pessoas. Mudar a internet, o mundo que vivemos, só com uma tag (e com palavras boas atreladas à ela, lógico): #TudoBem.

#TudoBem

#TudoBem

A Talita sugeriu que usássemos a tag #TudoBem para mandarmos “indiretas” boas, ao invés de ficarmos por aí destilando veneno e “bipolaridade” aos cidadãos da internet. Eu mesmo já fiz muito isso, devo confessar. Por isso bateu com mais força. Se eu sempre critiquei tanto, por que não elogiar?

A internet já está tão cheia de “trolls”, de gente que não tem amor próprio e que quer ver os outros afundarem juntos. E se nós, ainda que poucos, fizéssemos diferente? Se ao invés de só uma crítica, fizéssemos um elogio também? Se ao invés de ficarmos por aí destilando veneno, enviássemos um elogio a alguém que faz o nosso dia um dia melhor.

Quantas vezes você não entra em um blog e lê um texto perfeito, que parece ter sido escrito para você. E quantas dessas vezes você elogiou? Você parabenizou? Você voltou para dizer: Esse texto fez a diferença pra mim, parabéns!

De todo esse tempo de internet, eu nunca fiz tantos amigos quanto tenho feito ultimamente e se você acha que a internet está aí para afastar as pessoas, pense de novo.

Sejam sinceros, sejam honestos e sejam simpáticos uns com os outros.

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6 comentários

  1. Não aguentei isso no Facebook… por isso saí. Talvez não seja assim que devamos resolver as coisas, mas me permiti. #tudobem

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