Vai viver ou “vamo marcá”?

Você realmente pode querer responder a pergunta do título, e se o fizer, espero que escolha a primeira opção. Conheço muita gente que tem um apego enorme pela segunda, que vão deixando as coisas pra segundo plano, que vão “sobrevivendo” a vida e vão deixando ótimas oportunidades passar, sejam elas ir a uma boate com amigos ou simplesmente passar um aniversário com quem você realmente gosta, independente de qualquer outra coisa. Amizade em primeiro lugar.

Nos dias de hoje é muito comum encontrarmos pessoas que vão empurrando com a barriga, vão se escorando em quem menos aponta os erros e vão vivendo se escondendo numa sombra de perfeição, somente para que nunca sejam confrontadas ou simplesmente questionadas. Essas pessoas esquecem que o questionamento é a parte divertida da vida. Quem não questiona, quem não tem curiosidade, quem não quer saber nada mais do que lhes entregam, está sobrevivendo, ao invés de viver. E essas pessoas, na maioria das vezes, acabam sozinhas, com os “amigos” que plantou durante todo o tempo que esteve longe. Não adianta plantar café e querer colher milho. Se tu planta café, tu vai colher café, porra.

Em momentos como esses, onde eu podia ter escolhido “Marcar”, eu acabei escolhendo viver. Claro que errei, claro que julguei mal, claro que apontei o dedo para amigos quando não devia ter feito, mas fui homem o suficiente para reconhecer o erro e pedir desculpas, de forma humilde e justa que deve ser feita.

Recentemente fomos (Eu, Ágatha, Natasha, Braitner, Pit, Flavia e Nimusha) para o Hopi Hari, típico parque modernoso em Sampa (ou em suas redondezas). Foram horas de diversão, horas de risadas e horas de julgamentos que poucas vezes vi acontecer. Amigos de tão pouco tempo que me fizeram ver o valor da amizade verdadeira. Posso estar enganado, posso estar julgando rápido demais, mas faz tempos que não me divirto assim com amigos de longa data.

É gay, mas a gente se divertiu fazendo

É gay, mas a gente se divertiu fazendo

Em algumas horas você pode se arrepender de ter feito algo. De ter falado algo para alguém que acabou magoando-o. Mas é muito melhor errar e consertar um erro do que viver atrás da sombra de um sucesso ilusório. Ficar tentando fingir que nunca vai errar e que quando errar é só abaixar a cabeça, sair de fininho que ninguém vai perceber. Isso daqui não é sala de aula amigo, é a vida, e na vida ou tu levanta a cabeça e pede desculpas ou tu vai ser o chato da roda de amigos. Aquele cara que se acha foda e que não erra nunca. O cara que ninguém vai querer chegar perto.

Se você tem amigos e os acha importante, deixem eles saberem disso sempre, enquanto puder deixar. Não espere que eles já saibam. Sua namorada sabe que você a ama, mas nem por isso você para de repetir, certo? (por falar nisso, Ágatha, eu te amo hehehe). Com os amigos você não precisa ser tão gay, mas você pode fazer um esforço para ir no aniversário dele, você pode fazer um esforço para ajudá-lo numa hora ruim.

Se você errou em algum momento, levante esse queixo. Você não está se examinando pra ver se tem meningite. Erga sua cabeça, peça desculpas a quem tive que pedir, mande pro inferno que não as aceitar, abrace quem precisa abraçar, viva o que tiver que viver, termine o namoro que te impede de viver, comece um namoro com quem você gosta, explique pra sua namorada sobre sua fã (Né, Braitner?). VIVA. Amanhã vai ser tarde demais, por mais que seja clichê.

Vou escrever um texto sobre a ida ao Hopi Hari, mas quero evitar que fique muito “piada interna”, assim, levarei um pouco mais de tempo. Agradeço as visitas e vejo vocês em breve.

Fiquem com algumas das fotos do passeio do Hopi Hari. Outras vocês podem ver aqui no Flickr.

E aí, Cowboy!

E aí, Cowboy!

Na Bahia tem Capoeira.

Na Bahia tem Capoeira.

Em São Paulo tem trabalhadores

Em São Paulo tem trabalhadores

E no Rio de Janeiro tem palhaços, lógico.

E no Rio de Janeiro tem palhaços, lógico.

Ninguém entendeu qual foi da associação dos palhaços com os cariocas. Achamos que fosse Brasília, né Pit?

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2 comentários

  1. No próximo passeio não iremos de busão, mas sim de “van”. rs
    O evento foi sensacional! Todos foram verdadeiros amigo, proporcionando momentos de intensa alegria, desde a aurora até o crepúsculo de cada dia!

  2. Aaaah! vocês foram nesse brinquedo super legaaaaal!!!
    |:
    Só depois que eu fui nele que eu entendi pq as pessoas estavam fingindo dormir quando o carrinho passou dolado de fora do castelinho!
    droga…

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